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Neurolinguística – Como a Mente Controla o Sucesso?

Atualizado: 3 de Mai de 2019


Nós trabalhamos como uma programação desde o dia em que nascemos. Cada experiência vivida escreve uma linha de código em nossas mentes. A ciência que estuda o poder dessa programação em nosso cérebro e a maneira como lidamos com isso é a neurolinguística.


O princípio básico que sustenta a neurolinguística está na forma como encaramos o mundo. O que consideramos realidade pode ser um modo de observar a vida, com a crença de que todo comportamento possui uma estrutura subjetiva que pode ser estudada, modelada e transformada para que possamos atingir resultados ainda mais impressionantes dentro da sociedade em que vivemos.


Como surgiu a ciência da programação neurolinguística?


A programação neurolinguística surgiu em meados dos anos 1970, a partir dos estudos de dois cientistas da Califórnia, John Grinder (linguista) e Richard Bandler (matemático e psicólogo). O objetivo do estudo era tentar compreender o que fazia uma fatia da sociedade obter sucesso de modo mais eficiente diante de outra parcela que, com as mesmas características de formação e vivência, não conseguia atingir resultados expressivos.


A conclusão do estudo foi a de que, por algumas diferentes características daquele grupo de indivíduos de sucesso, detalhes que passavam pelo processo neurológico e de linguagem oral e não oral faziam com que esse time conseguisse lidar com padrões diferentes de comportamento de forma mais equilibrada.


De todo esse estudo nasceram outras pesquisas sobre o comportamento que possibilitaram a criação de diversos programas de desenvolvimento profissional e pessoal. São treinamentos que englobam as técnicas de neurolinguística para otimizar habilidades, negociar melhor e ter uma melhor produtividade na carreira.


7 dicas de PNL para iniciantes


Rapport: é uma técnica de PNL que consiste na tentativa de espelhar seu interlocutor, tanto em termos de gestual, quanto em ideias e certezas. Quando ele se enxerga em você se torna mais fácil confiar e aceitar as suas considerações e ideias.


Calibração: estudos apontam que muita coisa do que está sendo dita por alguém também está sendo transmitida por meio da linguagem corporal. Desde os movimentos, postura e micro e macro expressões do rosto. A identificação dessas nuances significa compreender melhor a mente do outro.


Escolhas: quanto mais escolhas e opções temos, mais fácil e melhor nos sentimos para aceitar regras, mesmo que o caminho leve sempre para o mesmo lugar.


Sistemas: cada indivíduo se dá melhor com um tipo e sistema de processamento. Compreender essa captação de estímulos, seja visual, auditiva ou cinestésica, significa estar mais perto de entender as pessoas que o rodeiam. Cada um faz as suas escolhas.


Cada um faz a escolha que achar melhor. Impor uma visão de mundo é um erro fatal. Ao invés disso, mostrar possibilidades e caminhos de forma sutil é uma forma benéfica de liderar caminhos.


Ação: as pessoas gostam de agir. Tudo que envolve vender, ensinar ou evoluir está no campo da ação. É preciso produzir para alcançar desenvolvimento.


“A mente é uma arma poderosa. Ela pode nos escravizar ou nos fortalecer. Ela pode nos mergulhar nas profundezas da miséria ou nos levar às alturas do êxtase. Aprenda a usar o poder com sabedoria” (David Cuschieri).


Corpo, mente e espírito são partes de um sistema que deve estar em sintonia: qualquer mudança em um afetará o outro. Por isso, é preciso estar em equilíbrio para desenvolver habilidades ao invés de procurar mais recursos do que os necessários para progredir.

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